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Arquivo do mês: julho 2012

Argollo debocha dos associados do SIMERS

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Criação de serviço desnecessário tenta camuflar gastos injustificáceis do presidente

Seria cômico, se não fosse um escancarado deboche. Depois de ser denunciado pelo movimento Renovação Médica por fretar aeronaves para fazer campanha no interior do RS, à custa dos associados, o presidente do SIMERS responde às acusações em seu melhor estilo: faz ouvidos moucos e cria uma “Força Aérea SIMERS” para atender aos médicos em suas emergências (?!), com advogado, jornalista e diretor.

Temos certa dificuldade para vislumbrar qual seria a emergência a acometer um associado que justificasse a disponibilização de uma “Força Aérea” para atendê-lo. Seria, por acaso, um infarto? Mas, nesse caso, o colega não precisaria de um advogado, mas de um médico e de uma UTI. Seria então uma prisão em flagrante? Nessa hipótese, teríamos que nos perguntar quantos associados foram presos em flagrante nos últimos anos, a justificar a manutenção de aeronaves fretadas à disposição para atendê-lo nessa “eventualíssima eventualidade”. O conceito em discussão é “custo-efetividade”, tema que surgiu como prioridade para discussão na Medicina apenas nas últimas décadas. É possível que quem não mais pratique a nobre arte há tanto tempo quanto nosso presidente desconheça sua importância. Ou é puro deboche!!!

Assim mesmo, não sejamos injustos com o presidente e concedamos-lhe o benefício da dúvida. Cogitemos a hipótese de que, em algum momento, tal emergência pudesse ocorrer, requerendo a presença de uma força-tarefa político-jurídica (poderíamos chamá-la de “Batalhão de Operações Político-Jurídicas Especiais” apenas para seguir o viés presidencial) em poucas horas no local. Nessa hipótese, teríamos primeiro que supor que a aeronave estivesse sempre disponível para o SIMERS, o que significa exclusividade, a custos inimagináveis.

Também, teríamos que sopesar o tempo necessário para disponibilizar a equipe e a aeronave e chegar à cidade em questão, contra o tempo de deslocamento da equipe por via terrestre, o que deixaria apenas as cidades mais distantes de Porto Alegre como passíveis de serem atendidas por tal serviço aéreo emergencial.

Ainda, há que se considerar que poucas cidades do interior do RS possuem aeroportos, obrigando o pouso de aviões em centros maiores e requerendo deslocamento por via terrestre. Ou seja, sobram muito poucos lugares para serem atendidos pela tal “Força Aérea SIMERS”, a não ser que se pretenda lançar diretores e advogados de pára-quedas. Bem, de nosso presidente, não se duvida mais nada.

E, finalmente, teríamos que voltar à primeira questão: qual a probabilidade de que, numa dessas poucas cidades nas quais pudesse haver algum benefício no uso de aeronaves, um médico associado venha a requerer assistência sindical com tal urgência que justifique a manutenção de uma “Força Aérea”?

Mesmo onde se justifica esse tipo de recurso – emergências médicas — há especial atenção para fazê-lo racionalmente : “The large majority of trauma patients transported by both helicopter and ground ambulance have low injury severity measures. Outcomes were not uniformly better among patients transported by helicopter. Only a very small subset of patients transported by helicopter appear to have any chance of improved survival based on their helicopter transport. This study suggests that further effort should be expended to try to better identify patients who may benefit from this expensive mode of transport” (Pubmed).

Ou seja, incapaz de responder PORQUE USAVA AERONAVES FRETADAS PARA FAZER CAMPANHA NO INTERIOR e QUANTO ISSO CUSTOU AOS ASSOCIADOS DO SIMERS, o presidente debocha dos médicos e oferece-lhes um serviço caríssimo, absolutamente desnecessário e inútil, esperando que assim esqueçam do mau uso que fez das receitas sindicais. Estaria ele, então, apenas testando as aeronaves e a qualidade do serviço de bordo quando foi flagrado por nossos olheiros?

Ora presidente, tenha mais respeito por nossa inteligência!!!

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O UNISIMERS como “obsolescência programada”, e porque você não o tem no seu iPad

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Apesar de constar como o segundo serviço mais utilizado do SIMERS…

O projeto UNISIMERS, de educação continuada à distância, via internet, passou a ser prejudicado pela falta de inserção de novas aulas, e outras questões. Quando começou em 2008, teve em seus primeiros meses de implantação uma média de 300 visitantes diferentes por mês.

Em junho de 2009, antes de completar um ano, com quatro novas aulas por semana, pulamos para mais de 900 visitantes diferentes ao mês. Em processo crescente de interesse do público ainda em 2009, no mês de outubro, foram mais de 1.680 visitantes, somando cerca de 9 mil médicos com logins diferentes no ano de 2009.

Em 2010, as estatísticas revelam que o total de visitantes pulou para 11.889, uma expressiva maioria, considerando a base de filiados ao sindicato. Em meio ao sucesso, colaboradores médicos começaram progressivamente a se afastar do projeto…

A partir de 2011, o UNISIMERS começou a viver um período de intensas dificuldades, com poucas aulas sendo inseridas. Estranhas dificuldades, já que, sim, existiam desafios para o crescimento, mas absolutamente não havia para manutenção do que vinha sendo feito – e muito bem feito.  O reflexo negativo foi progressivo, chegando-se a apenas 3 mil visitantes diferentes em 2012, período em que recebemos menos de 20 novas aulas.

O último Diretor Médico na “coordenação” do projeto, responsável direto por todas as aulas envolvendo palestrantes internacionais já publicadas no portal, além de ter colaborado com o UNISIMERS desde a fase em que foi pensado, numa das últimas tentativas, propôs um plano de melhorias. Seu antecessor já havia deixado pronto o mais importante: projeto de aproximação com as Sociedades de Especialidades. O novo documento, de cerca de cinco páginas apenas, foi devolvido pelo presidente Argollo com a orientação de que fosse resumido para apresentação oral em até dez minutos, tempo suficiente para que fosse lido e relido. Certamente não foi nada pessoal. Apenas auge da fase em que tudo e todos não agradavam. O médico entregou os pontos…

Pouco antes disto, no início de 2011, estava pronta uma plataforma para utilização do UNISIMERS através de iPad’s. Se implementada naquele momento poderia representar um salto de qualidade e de audiência. No link a seguir você poderá ter uma ideia do que a proposta oferecia (http://unisimers.org.br/videos/index_ipad.php?palestra=142 – atenção: utilize no iPad somente). A publicação no UNISIMERS de todo conteúdo, a partir do início de 2011, poderia estar sendo feita tanto no formato tradicional quanto neste novo formato, facilitando a vida dos médicos pela maior mobilidade do tablet. Uma adequação do contrato, naquele momento, teria viabilizado isto tudo SEM CUSTOS ADICIONAIS.

Você foi privado disto, pois:

A reunião de apresentação da novidade foi um desastre. Ao evocar o documentário Obsolescência Programada (amplamente disponível na internet para quem não conhece), em meio a críticas à “máfia da TI”, Argollo ofendeu nossos colaboradores, sem nenhuma razão. Para quem não o assistiu, o filme aborda o papel que a indústria tem em fabricar coisas não duráveis, para que se quebrem e compremos outras.

Não muito tempo depois, estávamos lançando o SIMERS Mobile, muito ruim e tendo custado caro: http://www.simers.org.br/simers-mobile.html. Esta decisão nos obriga a refletir seriamente em relação aos critérios de escolha para prestadores de serviço, tomada frequentemente por gerente administrativo, e muitas vezes ignorando qualquer critério técnico apontado por quem deveria tomar decisões deste tipo, diretores médicos que utilizariam a ferramenta.

O UNISIMERS vinha sofrendo com falta de rumo da alta direção. Em alguns momentos parecia até que estava sendo francamente obstaculizado.

Informações recentes de que está sendo usado agora para facilitar aproximação com as sociedades de especialidades, projeto que está pronto desde 2010, nos fazem questionar: vem cá, estamos para levar a sério educação médica ou tudo é motivo para politicagem? Coincidentemente, em ano eleitoral, surgiu o interesse pelas sociedades de especialidades…

Engavetar ou inviabilizar projetos de interesse dos médicos, esperando o momento eleitoral (ou pessoal) para tirá-los da gaveta, independentemente dos prejuízos gerados, não é correto. Está sendo assim com a aproximação com as sociedades de especialidades, e é assim com quase tudo na Corte Real.

MPT investiga o SIMERS

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Clique na imagem acima para ser direcionado ao portal do MPT

O movimento Renovação Médica está buscando informações no Ministério Público do Trabalho (MPT) a fim de conhecer detalhes das portarias e dar a transparência devida aos fatos que envolvem os processos investigativos abertos contra o SIMERS. O link abaixo leva ao portal  do MPT e mostra as portarias já publicadas (leia e acompanhe desdobramentos neste blog, em breve):
http://www.prt4.mpt.gov.br/pastas/consultas/portarias.php?texto_busca=simers&B1=Buscar

O dinheiro do SIMERS que criou asas

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O que OBAMA e DILMA têm em comum? Ambos são presidentes de países com dimensões continentais, possuem agendas de trabalho apertadíssimas, precisam vistoriar grandes áreas, são potenciais alvos de ataques (terroristas, malucos, etc) e seu tempo é valiosíssimo para seus países. Precisam, portanto, utilizar-se de recursos de transporte como AVIÕES  e HELICÓPTEROS, apesar de seu alto custo (mais de R$ 3.000,00 por hora de vôo), pago pelos contribuintes.

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Presidente do SIMERS em viagem aérea para o interior do RS

E o que o PRESIDENTE DO SIMERS tem em comum com eles? Exceto o fato de VIAJAR DE AVIÃO FRETADO para o interior do RS, por conta dos associados do Sindicato, mais nada.

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Seriam viagens de campanha eleitoral antecipada com o dinheiro dos médicos?

Há vários meses, ciente de que sua gestão fazia água e que um movimento de médicos insatisfeitos ficava cada vez mais organizado, o presidente do SIMERS passou a fazer aquilo que há muitos anos evitava: visitar suas “bases”.

Mas achou inadequado que alguém de sua estatura política (?!) viajasse nas mesmas condições que os diretores “comuns” e decidiu que merecia viajar de HELICÓPTERO e AVIÃO FRETADOS, enviando o motorista na frente, com o “carro oficial” para esperá-lo no aeroporto.

Sim, insatisfeito com o gasto absurdo e injustificado de usar uma AERONAVE FRETADA para visitar delegacias do interior do Rio Grande do Sul  – em campanha eleitoral -, nosso presidente ainda não economizou no automóvel e motorista, que o pega no aeroporto e leva até a delegacia. Com direito a faixa de recepção, no melhor estilo de campanha Obama. Só faltou o tapete vermelho (será?).

Enquanto cultua a personalidade de seu presidente, o SIMERS estrangula os honorários dos advogados que irão defender o médico processado, para demonstrar “austeridade”. É esse o destino que você imaginava para as mensalidades e a contribuição (imposto) sindical, pagos com o suor de seu trabalho?

Não culpem os médicos

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Em artigo publicado no jornal Zero Hora de 17/7/12, Sami El Jundi analisa e questiona a estratégia adotada pelos gestores públicos da Saúde no enfrentamento da Gripe A (H1N1). O médico defende a ideia da vacinação universal no caso, e se adianta em resguardar a categoria médica ante algumas vozes que procuram responsabilizar as mortes pela doença ocorridas até o momento aos médicos e a demora em prescrever a medicação Tamiflu, ou aos pacientes e a demora em procurar assistência.

O custo da “alma lavada”

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Jornal do Comércio 12/6/12

A condenação do presidente do SIMERS foi destaque da página Espaço Vital

Confesse: você se sentiu com a alma lavada quando assistiu à cena do presidente do seu Sindicato chamando o Procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Sul de corrupto! E agora deve estar pensando que R$ 24.000 é uma mixaria por esse momento de “liberdade de opinião”, afinal, serão menos de R$ 2,00 por associado para pagar a indenização. Sim, porque ela será paga por você, mediante sua mensalidade ao SIMERS.

Pois, pense melhor: na próxima vez em que você ou seu colega estiverem na frente de um Promotor de Justiça, tentando convencê-lo de que você não é o culpado pela morte do paciente, mesmo que não possa provar isso, como você espera ser tratado?

Você sabia que, justamente nos últimos três anos, diversos médicos foram denunciados pelo Ministério Público do RS por “homicídio com dolo eventual” (o médico assumiu o risco de matar o paciente)? Pode ser mera coincidência. Pode ser que não.

Tratar autoridades e outros profissionais com respeito e consideração não é uma questão de coragem ou de covardia. É uma questão de educação e bom-senso, coisas pelas quais nós, médicos, costumávamos ser reconhecidos e valorizados.

Agora, pense de novo: você se sente realmente representado por esse tipo de liderança que agride autoridades em seu nome, sem medir as consequências? Você está disposto a pagar esse preço? Se estiver, continue votando no continuísmo. Senão, nos procure para construir uma alternativa…

Manifesto

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Renovação Médica

Pela representação digna, transparência e ética no SIMERS

     Em 1998, um grupo de 24 médicos organizados em torno da “Chapa 2″ disputou as eleições do SIMERS com a chamada “Por um Simers forte, presente e atuante”, dizendo que “estamos assistindo a um melancólico círculo vicioso”e que era “preciso colocá-lo a serviço da categoria, como vanguarda do movimento médico”. A proposta de renovação dizia que a manutenção ao longo de décadas de um mesmo grupo dirigente, com uma visão superada da realidade médica, distante da vivência diária da maior parte dos médicos representa, no entanto, um peso demasiado”.

     A história todos conhecemos: a Chapa 2, liderada por Paulo de Argollo Mendes e Maria Rita de Assis Brasil venceu as eleições daquele ano 1998 e se manteve no poder até hoje por meios supostamente democráticos. Nos últimos 14 anos, o SIMERS cresceu, e muito: passou de pouco mais de 1.000 associados para 13.000; de uma receita de R$ 20.000 para R$ 20.000.000; de instituição obscura a uma das mais conhecidas do RS e do Brasil; de uma entidade decadente em uma das maiores empresas prestadoras de serviços aos médicos do Brasil.

     Porém, ao longo desses 14 anos, diversas manobras foram feitas pelo grupo dirigente atual, justamente para manter aquilo que criticavam em seu material de campanha de 1998: o continuísmo. Foram realizados diversos expurgos de diretores de reconhecida contribuição à instituição, por manifestarem crítica e insatisfação, não apenas com as arbitrariedades do seu principal dirigente, mas também com a gestão temerária da entidade. Ferindo o espírito democrático, expedientes que causariam inveja aos irmãos Castro foram adotados. Os estatutos, por exemplo, foram alterados por três vezes, de forma a inviabilizar qualquer tipo de oposição, para assim garantir a reeleição eterna do atual presidente, prática que deixaria até mesmo Hugo Chávez corado. Não bastasse isso,  a entidade se voltou de tal maneira para os interesses particulares de quem comanda, que o “jeton” da reunião de diretoria (que dura duas horas e tem jantar gratuito) é superior à remuneração de um plantão médico de 12 horas. Isso, sem mencionar gastos demasiados em comunicação cujos resultados questionáveis estão mais focados em ufanar a presidência da entidade ou em gerar e alimentar factóides na mídia para disfarçar a falta de políticas para a categoria.

     A inabilidade negocial da atual gestão se reflete não apenas na carência de conquistas reais com impacto positivo no dia a dia dos médicos, mas também no crescente desgaste da imagem destes junto à sociedade. A inabilidade e truculência do presidente nas negociações vêm conquistado mais inimigos à classe médica do que ganhos reais para a categoria.  Aliás, nosso presidente há tempos não é mais médico e sabe-se até que andou defendendo o reconhecimento de diplomas estrangeiros.

     Não se ignoram os imensos serviços prestados pelo SIMERS aos seus associados, principalmente os jurídicos, os quais recebem avaliações positivas de mais de 90% dos médicos, ainda que menos de 3% deles realmente tenham feito uso desses e de outros serviços. Ou seja, avaliamos positivamente algo apenas pela sensação de segurança que sua existência nos provoca. Mas será que estarão lá quando os médicos realmente precisarem? E terão a qualidade necessária? E o preço pago, é justo?

     Por essa razão, e outras que mostraremos e demonstraremos ao longo dos próximos dias, que agora um novo grupo de médicos, muitos dos quais expurgados da atual direção justamente por suas críticas, resolveu reunir-se e constituir sua “Chapa 2”. Os tempos mudaram, e agora tivemos de reunir 75 colegas em 34 cidades para enfrentar essa eleição (mais uma dificuldade criada nas sucessivas alterações estatutárias e que triplicou as despesas com “jetons” e diárias de reuniões no Hotel Sheraton), mas as críticas continuam as mesmas, com uma diferença: o SIMERS, que deveria ser dos médicos, agora tem um dono. Nada que já não tenhamos visto em uma certa ilha do Caribe, que em 1959 derrubou um ditador, para colocar outro em seu lugar.

     Ao longo dos próximos dias, traremos a público informações importantes sobre o funcionamento real do SIMERS, os desmandos de sua gestão e os prejuízos – políticos e financeiros – causados aos médicos. Mas não ficaremos apenas na denúncia, e apresentaremos também as propostas para mudar isso, para trazer nossa entidade “distante da vivência diária da maior parte dos médicos” de volta para sua vocação de servir aos interesses da categoria médica, e não do grupo dirigente de plantão.

     E começamos com aquela que nos é mais cara, em tempos de CPIs cascateiras: a TOTAL TRANSPARÊNCIA das prestações de contas do SIMERS, com divulgação de balanços detalhados, e dos valores pagos aos diretores (remuneração, diárias, jetons, etc), pois, afinal, esses valores são custeados com a sua, com a nossa mensalidade.

     Sindicatos não produzem nada, pois seu principal capital é a  capacidade negocial e capacidade de serviços. Se sustentam no nosso trabalho, de nossas contribuições. E, nada mais ético e justo que nos informem exatamente o que fazem com as mensalidades (caras) que pagamos. O SIMERS voltou ao “melancólico círculo vicioso” de 1998 e está na hora de mudar de novo, para melhor e para valer.

Sami El Jundi | Luiz Grossi | Marcos Rovinski