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Nova tentativa de alteração no estatuto do Simers

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Edital publicado no jornal Zero Hora, 7/2/14, página 50

Edital publicado no jornal Zero Hora, 7/2/14, página 50

A atual diretoria do Simers pretende realizar mais uma mudança no estatuto da entidade. Desde que assumiu em 1998, a gestão Argollo já procedeu algumas alterações (veja aqui e também aqui), quase todas no intuito de dificultar o surgimento de forças opositoras ou a criação de chapas adversárias para as eleições. Desconhecemos o teor da proposta a ser apresentada na assembleia do dia 10/2. Estranhamos, sim, a escolha por fevereiro, quando muitos médicos estão de férias, e a forma como se dá a divulgação de eventos tão importantes como esse. O edital acima foi publicado na página 50 do jornal Zero Hora, a três dias da assembleia. Nenhuma postagem no Facebook ou Twitter (pelo menos até a postagem desta nota), tampouco o uso do caro e abrangente “Minuto Simers” (empregado tantas vezes para assuntos de pouco interesse médico). Nem vamos falar de uma necessária (e já padronizada) publicação na página 3 da Zero Hora. Para quem dirige o Simers por mais de 15 anos, mudança de estatuto é coisa pouca, sem importância, na qual quanto menos médicos souberem melhor. Só podemos pensar assim.

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A Luta continua

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Caros Colegas:


Chegamos ao fim de uma campanha que durou vários meses, visando à eleição para a diretoria do Simers. Durante esse período realizamos reuniões, expusemos ideias, fizemos denúncias – todas fundamentadas — emitimos opiniões e apresentamos propostas.

Se, por um lado, não obtivemos a vitória, por outro lado sentimo-nos orgulhosos por não nos omitirmos, e termos lutado muito para que a democracia pudesse vigorar na eleição.

Para isso, tivemos que recorrer ao Poder Judiciário que concordou com nossas teses e nos deu ganho de causa, permitindo que se evitasse uma irregularidade: a aclamação de uma chapa sem a possibilidade de escolha pela comunidade médica.

A apuração dos cerca de 4.000 votos, com quase 1.000 invalidados por falta de requisitos legais (como votos sem o carimbo da EBCT), mostrou 69,66% dos votos para a chapa vencedora e 30,34 % dos votos para a Renovação Médica. Salienta-se, dessa forma, uma das falhas registradas nesse sistema de votação elaborado pela atual diretoria do Simers (quase 1/3 dos votos não foram computados), assim como o número restrito de votantes para o importante cargo que representará a política sindical da categoria médica do Rio Grande do Sul para o triênio 2013/2015.

Nesse momento, resta-nos agradecer aos que confiaram em nossas propostas e aguardar que as denúncias feitas resultem num maior controle sobre as atividades do SIMERS e o fim das irregularidades apontadas.

Site do Simers “descobre” a eleição

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Tela-site-simers-eleição

Por voltas das 11h da manhã do dia 14 de março de 2013, o site do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul publicou pela primeira vez, desde 25 de setembro de 2012 (data do edital de convocação), uma pequena notícia sobre o processo eleitoral que ocorre na entidade. Casualmente, no mesmo dia em que se encerra o prazo para o envio do voto pelo correio, e que transcorre a votação presencial na sede do Simers.

Neste ínterim, nenhuma informação sobre como o associado deveria votar. Nem sequer uma mísera linha esclarecendo aos médicos de como proceder, caso não tenham recebido a correspondência contendo a cédula de votação. Nada quanto a prazos, ou à necessidade obrigatória da cédula estar dentro de envelope lacrado e remetido por agência dos correios a fim de ter validade eleitoral.

A atitude de omitir até agora um dos mais importantes momentos para qualquer entidade sindical, revela muito mais do que falta de transparência. Demonstra a absoluta falta de respeito com a categoria médica. Isso definitivamente tem que mudar!

Motorista do Simers usado para fins particulares

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Utilização de aeronaves fretadas para deslocamentos em campanha eleitoral (leia aqui). Diárias para viagens internacionais com o propósito de participar (?) de congressos não identificados e não noticiados (leia aqui). Estas duas informações você já havia lido no Blog Renovação Médica. Mas e o emprego de motorista e veículo do Simers para fins particulares? Sim, isso também acontece na atual gestão do Sindicato Médico do RS. Transita na Justiça do Trabalho processo contra o Simers (acesse aqui e digite o n.º do processo 0000720-97.2011.5.04.0016) movido por ex-funcionário que durante quatro anos serviu como motorista exclusivo da vice-presidente, Maria Rita de Assis Brasil.

Na reclamatória, o ex-colaborador encontrou os caminhos para se ver ressarcido, todos legítimos. Pede revisão no valor das diárias por viagens — quando na realidade tinha de viajar pouco a serviço do Sindicato, já que a vice-presidente raramente se desloca ao interior do Estado (vide sua quase ausência nas páginas da revista Vox Medica, que explora o menor deslocamento possível). O motorista, entretanto, viajava ao litoral e à Serra levando familiares da vice-presidente, assim como realizando pequenos fretes de móveis e etc.

O reclamante solicita também horas extras típicas e de intervalos para descanso e alimentação, que nem sempre eram possíveis de usufruir. Esclarecimento: Maria Rita tem mais de um emprego e vai ao Sindicato em horários muito restritos, dificilmente antes das 18h. O turno do motorista, então, poderia ser ajustado para tanto a fim de evitar o pagamento de horas extras. Ocorre que ele, porém, era o responsável por levar e buscar a filha de sua chefe na escola, cursos, shopping e outros, além da própria médica em seus locais de trabalho. Tudo isso muitas vezes além de sua carga habitual de trabalho. Daí as horas extras.

Por fim, o ex-funcionário reivindica o ressarcimento de valores gastos com celular funcional abatidos de seu contracheque. Claro, o consumo era grande, pois precisava estar sempre em contato com a vice-presidente no intuito de acompanhar horários, locais de busca e recolhimento seu e dos familiares.

O desvio de função se não é requisitado, fica caracterizado pelo histórico de atuação do trabalhador em funções que extrapolam seu contrato laboral. E assim, mais um reclamatória engrossa o passivo trabalhista do Sindicato Médico, cuja soma caberá aos associados saldar. Você considera isso correto?

Nós apresentamos os fatos, você os avalia e cria seu próprio conceito de “a verdade faz bem à saúde”. A Chapa 2 — Renovação Médica tem feito isso desde que surgiu em julho de 2012, e com tal atitude causado o desconforto de muitos. Para estes, infelizmente, apenas uma afirmativa: acreditamos que a categoria médica tem o direito de conhecer o “outro lado” do Simers, e nós temos a obrigação de revelá-lo.

A eleição se encerra somente em 14 de março (último dia para a postagem do voto por correspondência e data para a votação presencial na sede do Simers).  Por um Sindicato digno, ético e transparente: vote Chapa 2 — Renovação Médica.

Dê um fim ao desrespeito de Argollo

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Qual o limite do desrespeito de Argollo para com a categoria médica? As tentativas de impedir a eleição (leia aqui)? A posse mediante ata ilegal (leia aqui)? A ação para suspender a decisão judicial que determinou a realização do pleito (leia aqui)? Todas são medidas recentes, mas essa mentalidade antidemocrática e forma de agir prepotente não são de agora. Vem de longa data. Mas não vamos longe. Em passado recente, em março de 2012, Argollo convocou Assembleia de Prestação de Contas (dentro do modelo show de costume, com a pouca transparência de sempre — leia aqui) e apresentação de planos de trabalho para o período de 2012 a 2016 (veja edital abaixo).

Edital-PC-2012-Carimbo

Seu mandato, porém, se encerrou em dezembro de 2012. Hoje ele atua em mandato tampão até o resultado da eleição (dia 19 ou 20 de março). Como pôde, então, projetar metas prioritárias para uma gestão que nem sabia se estaria à frente?  Somente a categoria médica, mediante o voto, pode decidir quem comandará sua entidade. Mas Argollo, já no início do ano passado, desconsiderava tudo e todos e dava como favas contadas que novamente não haveria eleição e ele, ao seu estilo, permaneceria presidindo o Simers — que toma como se fosse o quintal de sua residência, no qual faz o que bem entende. Uma completa falta de respeito com os médicos gaúchos.

A Chapa 2 — Renovação Médica sempre teve como seus principais objetivos apresentar a proposta de fazer um Sindicato digno, ético e transparente; revelar um Simers conhecido por poucos (diferente daquele empurrado boca abaixo por quilos de revistas, folders, apedidos, correspondências, etc.), e lutar para que o associado pudesse escolher seus dirigentes, democraticamente — e isso significa dar voz aos médicos para refendar até mesmo quem está no poder. O direito ao voto, para nós, é muito valioso. Seguiremos até o último dia de campanha com essa missão, devolver a Democracia ao Simers.

A eleição está em curso, graças a luta da Chapa 2 — Renovação Médica,  e se encerra somente no dia 14 de março (último dia para a postagem do voto por correspondência e  data para a votação presencial).  Dê um basta na arrogância pretensiosa. Dê um fim ao continuísmo de poucos resultados. Vote Chapa 2 — Renovação Médica.

Votar na Chapa 2 é escolher a democracia

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Enquanto os médicos enviam as cédulas pelo correio ou se preparam para votar presencialmente no próximo dia 14 de março, Argollo e a Chapa 1 continuam agindo nas sombras para suspender as eleições do SIMERS. Tudo porque a Chapa 2 – Renovação Médica cresce a olhos vistos e cada vez mais tem o apoio da categoria médica. Daí o medo que Argollo tem das urnas e por isso tenta mais uma vez impedir as eleições, demonstrando claramente sua vocação para o autoritarismo e o desespero para manter os seus privilégios e os dos seus seguidores.  

Porém, atenta as manobras golpistas da presidência do Sindicato Médico, na última terça-feira, 5 de março, a assessoria jurídica da Chapa 2 protocolou as contrarrazões ao recurso ordinário interposto pela chapa situacionista que visa a desconstituição da sentença que homologou a inscrição da chapa de oposição e determinou que ocorressem as eleições no SIMERS. O processo será julgado em até 60 dias, o que não impedirá a conclusão do pleito.

Porém, nesta sexta-feira, 8 de março,  poderá ser julgado o agravo regimental interposto por Argollo em nome do SIMERS diante da decisão da Justiça que indeferiu o pedido liminar para atribuir efeito suspensivo ao recurso ordinário mencionado acima e com isso suspender as eleições.

Aguardaremos os dois julgamentos aos recursos promovidos por Argollo otimistas de que a Justiça contemplará o espírito democrático e manterá as decisões anteriores. Sendo assim,  permaneceremos com força máxima nesta reta final do processo eleitoral que mudará o SIMERS com a vitória da Chapa 2.

Está na hora dos médicos mostrarem nas urnas que não se deixam enganar e que a democracia deve prevalecer na entidade que os representa. Se estão ocorrendo eleições hoje, isso se deve à batalha judicial e à determinação da oposição em fazer valer o legítimo desejo e direito da classe médica de escolher seus representantes pelo voto. Por isso, no dia 14vote Chapa 2 – Renovação Médica

Por que Argollo não quer a eleição?

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Leia Tentativa de golpe nas eleições do Simers
Leia Golpe nas eleições do Simers — Parte 2
Leia Argollo tenta suspender eleições pela terceira vez

Diante de tamanho esforço desprendido por Argollo em impedir que o médico associado escolha livremente o comando de seu Sindicato, lançamos a pergunta: Por que Argollo não quer a eleição? Oferecemos algumas possibilidades.

-Será porque a Chapa 2 — Renovação Médica fará uma profunda e minuciosa auditoria contábil em todas as contas do Simers durante o período administrativo de Argollo?

-Será porque todos os contratos de serviços terceirizados (seguro, gráfica, empresa de segurança, e outros), seus valores e comissionamentos serão analisados pormenorizadamente?

-Será porque todo o resultado dessa apuração, sem ressalvas, terá o devido encaminhamento aos órgãos fiscalizadores competentes e chegará ao conhecimento da categoria pelos adequados meios de comunicação?

-Será porque faremos um processo de revisão estatutária verdadeiramente em conjunto com a categoria, transformando o Estatuto Social do Simers em um documento democrático e com regras definidas e limpas quanto à eleição, com cláusulas que impeçam o continuísmo e não dificultem a formação de grupos opositores — deixando mais do que claro a forma política de como Argollo atuou ao longo de 15 anos?

-Será porque modificaremos a maneira de gerenciar os recursos do Simers, diminuindo verbas absurdamente altas aplicadas em marketing e apedidos desnecessários (por exemplo), e investindo em áreas e projetos que revertam em benefícios diretos para os associados?

-Será porque nosso modelo de gestão será tão dispare do praticado por Argollo, mas melhorando a performance administrativa e política, demonstrará que sim, é possível conduzir o Simers de maneira descentralizada, democrática e transparente, e mesmo assim atingir ótimos números de crescimento?

-Será porque estamos diante de um momento único, a oportunidade tão duramente conquistada de levar o Simers a outro patamar: a um sindicato de toda a categoria, que deixará pra trás as práticas mais obscuras e torpes para atingir e manter-se no poder?

Argollo sabe que faremos tudo isso.

Você tem a oportunidade de responder a estas questões. Vote Chapa 2 — Renovação Médica. Remeta seu voto lacrado pelo Correio (pode depositar em qualquer agência postal ou caixas de recolhimentos espalhadas pelo Estado) ou vote presencialmente na sede do Simers, durante o dia 14 de março.

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