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PROPOSTAS

  • ÉTICA E TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO
    • Publicação do estatuto e de todos os atos da direção no site do Sindicato.
    • Publicação de prestações de contas detalhadas (incluindo gastos com diárias, jetons e viagens) e atualizadas em tempo real, com balanços trimestrais.
    • Contratação de auditoria externa de todos os procedimentos contábeis e fiscais do Sindicato, com relatório anual publicado 30 dias antes da assembléia geral de prestação de contas.
    • Realização de verdadeiras Assembléias Gerais de prestação de contas, com apresentação de balanços e relatórios.
    • Fim da contratação milionária de apresentadores de rádio e televisão para apresentarem as prestações de contas, que objetivam apenas constranger eventuais críticas.
    • Iniciar processo público e amplo de revisão e alteração dos estatutos do SIMERS, buscando eliminar dele todos os traços autoritários, incluindo as dificuldades criadas à organização de chapas de oposição.
    • Revisão e alteração dos estatutos do SIMERS para:
      • Permitir apenas uma reeleição do(a) presidente.
      • Regulamentar o processo eleitoral, inclusive no que se refere à data de realização das eleições, local de publicação dos editais e constituição da comissão eleitoral.
      • Estimular a profissionalização de diretores apenas por tempo parcial. Estimular a profissionalização de diretores.
      • Permitir a profissionalização apenas de diretores que comprovem a atuação efetiva como médicos (estejam “na ativa”).
      • Tornar obrigatória uma nova eleição em caso de desligamento da diretoria, por qualquer causa, de mais de 50% dos membros eleitos da direção executiva.
      • Impedir a nomeação e posse de diretores não eleitos regularmente.
  • RELAÇÃO COM AS ENTIDADES MÉDICAS
    • Criação de um Fórum das Entidades Médicas (SIMERS, AMRIGS, CREMERS), com reuniões abertas aos médicos, pré-agendadas e com pautas de interesse da categoria, que exijam atuação articulada das diferentes entidades.
    • Reconhecimento dos diferentes âmbitos de atuação e apoio ao exercício das prerrogativas de cada entidade médica e seu papel na construção de uma categoria forte e respeitada pela população, sem tutelas ou ameaças.
    • Criação de um Conselho de Especialidades Médicas, de caráter consultivo, reunindo as direções das associações de especialidades médicas com o objetivo de assessorar a direção do SIMERS na abordagem de temas sindicais de interesse das diferentes especialidades.
    • Criação de incubadora e estrutura de suporte ao funcionamento de entidades como a AMERERS, sociedades médicas por local de trabalho, pequenas cooperativas de trabalho médico e empresas coletivas de médicos (aquelas com finalidade apenas fiscal).
  • GESTÃO MODERNA, COMPETENTE E DEMOCRÁTICA
    • Prioridade para os investimentos em serviços e na defesa política e jurídica dos médicos. Chega de gastar milhões em apedidos inúteis, enquanto se reduz custos no serviço mais importante para os médicos: sua defesa.
    • Fim das viagens do presidente em aeronaves fretadas, revertendo os gastos em melhoria da infraestrutura de transporte e segurança para os diretores que viajam a serviço do SIMERS.
    • Política de valorização dos funcionários do SIMERS: são eles que atendem o médico em seu dia-a-dia e o bom exemplo começa na própria entidade.
    • Auditoria imediata e saneamento de todos os passivos fiscais e trabalhistas atualmente existentes.
    • Manutenção dos repasses obrigatórios por lei ao sistema sindical (Federação, Confederação, MTE), evitando prejuízos aos associados.
    • Redução de custos com marketing interno (revista em papel especial, folhetos de divulgação de coisas “novas”).
    • Austeridade na gestão, com foco em investimentos e controle da qualidade dos serviços: os melhores prestadores disponíveis para atender o médico quando ele necessitar.
    • Democratização do processo decisório do SIMERS e maior presença em todo o Estado, com o aumento dos cargos executivos (vinculados às atividades fim do Sindicato), sem aumentar o número total de cargos atuais.
  • POLÍTICA SINDICAL QUALIFICADA E EFETIVA
    • Maior presença em negociações e menos gastos com apedidos e marketing inútil, a serviço apenas do culto à personalidade.
    • Política sindical moderna e efetiva se faz com competência e elegância, sem agressões desnecessárias a autoridades.
    • Treinamento e qualificação de negociadores, com vistas aos dissídios e acordos coletivos da categoria.
    • Treinamento e qualificação dos diretores em temas sindicais, políticos, legislativos e jurídicos de interesse dos médicos.
    • Atuação também na saúde suplementar, onde a ANS e os contratos com as operadoras de planos de saúde têm sido lesivos aos interesses dos médicos.
    • Reativação do escritório parlamentar do SIMERS, do qual saiu, entre outras propostas, a PEC da Carreira de Estado para Médicos. Questões relevantes para os médicos são decididas nos parlamentos estadual e federal e não podem ser tratadas de maneira pontual e amadora.
    • Prioridade na inclusão de cláusulas em contratos de trabalho e acordos coletivos que considerem as especiais condições das mulheres na medicina.
  • SERVIÇOS E RELAÇÃO COM OS MÉDICOS
    • O SIMERS em sua região: descentralização dos serviços, com criação de verdadeiros pólos regionais: sede com estrutura de apoio ao médico, serviços jurídicos no local e plantão regionalizado (o SIMERS na sua cidade, na hora em que você precisa).
    • Descentralização da gestão política e da representação dos médicos, com criação de vice-presidências dos pólos regionais: maior autonomia para defender os interesses dos médicos, de acordo com a realidade local, com todo o apoio logístico e político da sede central.
    • Descentralização da gestão política e da representação dos médicos, com criação de diretorias setoriais, capazes de responder às demandas específicas: municipários, conveniados, aposentados, etc.
    • Redução de custos de deslocamento e agilidade nas decisões, com instalação de estruturas de video-conferência nos pólos regionais, assessoradas 24h/dia pela direção central.
    • Telesindicato: plantão via vídeo-conferência e chat online, para tirar dúvidas sobre contratos, acordos, propostas de trabalho, documentos, etc. Não assine nada sem falar com o SIMERS, e receba orientação especializada e direta em poucos minutos.
    • Extensão dos serviços do SIMERS à pessoa jurídica do médico associado, especialmente a consultoria e a defesa jurídica.
    • O médico do século XXI: assessoria no planejamento, contratação e financiamento da informatização de clínicas e consultórios. Chega de armazenar toneladas de papéis, de não achar prontuários antigos ou de esquecer da alergia do paciente.
    • O médico do século XXI: digitalização e autenticação de prontuários antigos para armazenamento, em parceria com empresas certificadoras.
    • Terceirização de serviços especializados e críticos como a defesa jurídica: médicos processados criminalmente não podem ser defendidos por advogados ganhando pouco mais que um estagiário! Nosso associado precisa da melhor defesa.
    • Serviço de orientação e planejamento de carreira para estudantes e jovens médicos.
    • Serviço de orientação e planejamento para a organização dos negócios e do trabalho dos médicos (qual a melhor forma empresarial, como abrir uma empresa, quais cuidados tomar, etc).
    • Criação de serviço de atendimento e suporte aos médicos vitimados pelas más condições de trabalho e pelo estresse profissional, incluindo o burnout, alcoolismo e abuso de drogas, depressão, entre outras. Essas patologias são altamente incapacitantes e geradoras de preconceito, sendo capazes de destruir a vida profissional do médico.
  • EDUCAÇÃO MÉDICA
    • Fomos co-criadores do Unisimers e propomos sua união com a Uniamrigs, criando a maior universidade corporativa médica do país, com oferta de diversos programas gratuitos.
    • Parceria com a AMRIGS, associações de especialidades e universidades públicas e privadas para ampliar os mecanismos de educação médica continuada gratuita e sua disponibilidade onde o médico necessita (cursos presenciais, EAD, vídeo-conferências).
    • Convênios e parcerias para estágios acadêmicos e profissionais no Brasil e no exterior.
    • Manutenção e reforço dos investimentos nas atividades do Núcleo Acadêmico.

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  1. Pingback: Carta aberta aos médicos | Reuniões nos dias 18 e 19/9 « Renovação Médica

  2. Lizia Maria Meirelles Mota

    Achei interessante a plataforma e concordo com a maioria das proposições. Sugiro que as assembléias gerais deliberativas tenham formato de teleconferência para aumentar participação e que os negociadores setoriais incluam médicos ativos no setor, com conhecimento administrativo, em especial no setor público.

    Resposta
  3. Guilherme Brauner Barcellos

    Lizia, compartilho o sentimento de que temos que aumentar participação em AGs, mas realmente não sei se do ponto de vista legal, independente de estatuto, isto pode, ou como seria a certificação. Dá margens para o bom, mas se mal usado para o ruim também. Estudemos… Mas que este desafio da participação é um de nossos principais, não tenhamos dúvidas. Acho que há já incorporadas várias propostas que tentam ampliar, mas cabe mais… De qualquer forma, sendo ou não possível a participação à distância com voto, a transmissão de GEM e similares já podia estar ocorrendo. Assim como o uso da tecnologia para encurtar distâncias em reuniões que não precisam ser presenciais.

    Resposta
    • Lizia Mota

      Prezado Guilherme:
      Acho que certificação digital poderia conferir legalidade às votações. Talvez utilizando nosso CREMERS, que em breve deverá ser digitalizado.Podemos usar processo semelhantes às urnas eletrônicas quanto à lisura.
      Outras alternativas seriam assembléias setoriais ou regionais, com diretores do SIMERS.
      Devemos particularizar nossa participação presencial, visto a especificidade da profissão.O médico não participa por que não quer mas por que não pode. Isto hipoteticamnete, imaginando que acreditam nos entes condutores do processo…
      Boa sorte!

      Resposta
      • Guilherme Barcellos

        Oi, Lizia. De qualquer forma concordo contigo, só teria que ver como operacionalizar. Veja que a solução das votação por urnas eletrônicas não resolve tua sugestão inicial: de participação à distância nas Assembleias Gerais (AGs). Ao menos da comodidade da casa da gente, como achei que estarias propondo. Pois a votação em urna eletrônica também precisa ser presencial em algum lugar. Mas poderíamos, de qualquer forma, facilitar distribuição de pontos de votação dispersos (eletrônicos ou não) pelo estado e concomitante acompanhamento por tecnologia de EAD da AG. Enfim, em linhas gerais, temos o mesmo pensamento. O próximo passo (na dependência deste grupo ser eleito) seria ver como operacionalizar e em que profundidade seria possível, contando com pareceres técnicos e jurídicos.

        Em relação a não participação do médico por não poder, minha impressão pessoal é que se trata de questão diferente, muito mais complexa, onde isto é parte importante da equação, PARTE. Há questões culturais envolvidas, entre tantas outras. Quando eu era diretor do SIMERS, recebíamos demandas de cooperados da Unimed, por exemplo. Não éramos autorizados a tocar, e a resposta padrão é que assuntos da Unimed devem ser tratados na própria Unimed, e que jamais caberia uma reunião envolvendo ela na Corte Real, pois há o fórum apropriado para o cooperado discutir “seus” problemas que são as AGs da própria cooperativa. Mas ao sabermos que, independente da explicação, o médico pouco participa (em quase todos os cenários), isto na prática significa ENGAVETAR. Questões envolvidas neste caso vão além da simples condição de existirem ferramentas que facilitem a participação do associado. Envolvem, por exemplo, independência e conflitos de interesse, com dirigentes da Unimed sendo concomitantemente conselheiros sindicais. Particularmente no que diz respeito a tua afirmação, uma perspectiva diferente então: alguns por saberem que não participamos não apenas porque não queremos, ao manterem inclusive mínima divulgação de AGs, GARANTEM, além do próprio controle sobre o processo, o reforço à “cultura do deixa comigo”. Ou seja, a não facilitação (que estás pedindo) + as múltiplas raízes do problema não participação = problema resolvido justamente para quem tu estás pedindo para que resolva o TEU/NOSSO problema. E caminho livre para coisas como https://renovacaomedica.wordpress.com/2012/10/06/sultanato-medico-do-rio-grande-do-sul-poder-vitalicio/. Acabar com este ciclo vicioso não é fácil, mas creio existam diversas propostas de Renovação Médica que atacam a questão de forma sistêmica ou por vários lados e perspectivas, sem cair no radicalismo, que pode ser tão ou mais deletério.

        Enfim, em relação aos “municipários de POA”, irei passar tua demanda para o colega da chapa mais indicado a responder isto. Talvez não tenha visto tua postagem. Cobrarei para que responda. Agora uma coisa te digo desde já: bandeiras tão amplas como remuneração padrão piso FENAM e plano de carreira são bandeiras de todos no movimento médico. Mas, cuidado, há gente neste movimento se especializando em vender sonhos e requentar sonhos, fenômeno que não é só local, ocorre no Brasil todo, no plano coletivo (das entidades) e individual (de pessoas vivendo às nossas custas, às custas do caos instalado). São pautas com barreiras que somente serão ultrapassadas a partir de muita articulação e trabalho, se é que todas serão. Não há fórmula mágica, Lizia, e se houvesse as capas das revistas de sindicatos e associações Brasil afora não se repetiriam tanto e por tanto tempo. E só isto para mim já serve de motivo para oxigenação permanente das entidades dedicadas a melhorar condições de trabalho médico. Eu próprio optei por não participar da diretoria de Renovação Médica porque precisava de outros ares por um tempo, não vou trabalhar na linha de frente nos próximos anos, mas pretendo fiscalizá-los (que é o que mais falta no movimento, na minha opinião – iiihhh, caímos novamente na questão da participação). Grande abraço, Guilherme

  4. Lizia Mota

    Para os colegas participantes das 2 chapas, reiteramos a necessidade de conhecermos as propostas para nossas questões cruciais de médicos municipários de POA: remuneração padrão piso FENAM, plano de carreira, chefias médicas nas unidades de trabalho, correção de remuneração por regimes, fundamentalmente.
    Consideremos proposta todo seu planejamento, especialmente cronograma de execução e estratégias elencadas.
    Revisando os sites das 2 chapas, estes itens estão colocados em citação e genericamente.
    Um sindicato de médicos para médicos, com politica sindical direcionada aos interesses dos médicos – especialmente remuneração – é o que esperamos e que será cobrado, independente da chapa vencedora.

    Resposta
  5. Pingback: Apedido esclarece a comunidade médica do Estado | Renovação Médica

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