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O orgulho de devolver a Democracia ao Simers

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Na quinta-feira, 14 de março, tem fim o prazo para postagem dos votos pelo correio. Quem não o fez e deseja participar do pleito deve comparecer, também na referida data, à sede do Sindicato Médico (Rua Cel. Corte Real, 975, em Porto Alegre), das 8h às 18h, para votar presencialmente.

Chega ao fim o período eleitoral no Sindicato Médico do Rio Grande do Sul. E com ele, um sentimento de orgulho que a Chapa 2 — Renovação Médica não pode deixar de manifestar. Sim, estamos orgulhosos por representar uma parcela expressiva e crescente de médicos que deseja renovação, dignidade, transparência e ética em sua entidade sindical.

Desde o início desse processo, há cerca de noves meses, lutamos contra uma série de obstáculos de ordem política (estatuto e regimento eleitoral criados para impedir o surgimento de oposição), ética (tivemos dificuldade em compor a nominata, pois vários médicos declararam-se temerosos de represálias) e financeira (realizamos uma campanha com parcos recursos arrecadados entre os integrantes da chapa, enfrentando um concorrente que só em correspondências gastou aproximadamente 40 mil reais).

Esforços somados a fim de que categoria tivesse a oportunidade de escolher democraticamente seus dirigentes (fato ocorrido apenas uma vez nestes últimos 15 anos), assim como de conhecer um outro Sindicato, distante daquele estampado em capas de revistas e em caros apedidos. Acreditamos ter alcançado sucesso nos dois objetivos.

Apesar de todo o empenho em contrário, a Justiça acatou a nossa tese e determinou a realização da eleição. Observe o trecho abaixo, extraído da sentença proferida pelo Juiz do Trabalho, Edson Pecis Lerrer (leia a íntegra clicando aqui).

“Além disso, considero que as exigências estabelecidas tanto no Estatuto, quanto no Regimento Eleitoral do SIMERS, assim como os prazos previstos, inviabilizam um processo eleitoral democrático, tendo em vista ser praticamente impossível arregimentar, dentre os associados, o número de candidatos necessários, assim como providenciar a respectiva documentação, para a constituição de mais de uma chapa, mormente no período exíguo de doze dias (da publicação do edital até o término do prazo das inscrições), como verificado no caso em análise.”

Nenhum dos fatos que apresentamos em nosso blog Renovação Médica, atribuindo má-gestão, desperdício e uso privado dos recursos do Simers podem ser atribuídos a “forças ocultas” ou a uma grande conspiração arquitetada por um funcionário demitido. Todos estão baseados em elementos, tais como notas fiscais de fretamento de aeronaves para fins eleitorais (veja aqui), extratos de pagamentos de diárias no exterior em viagens sem representação comprovada (veja aqui), Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho que obriga o cumprimento de um conjunto de exigências trabalhistas (veja aqui), entre outros alertas e denúncias documentadas. Quanto ao TAC, por exemplo, o MPT/RS ouviu grupo de funcionários e ex-funcionários, representantes da administração e analisou documentos do Departamento Pessoal do Simers. Outras irregularidades ainda estão sendo investigadas pelo órgão, como o não pagamento de sobreaviso para os jornalistas de plantão, que apresentamos recentemente (leia aqui).

Nosso trabalho rendeu debates, alertas e devolveu a Democracia ao Sindicato. Cabe aos médicos agora fazerem sua escolha com calma, sem medo. Independentemente do que a urnas apontarem, se o escrutínio transcorrer de forma segura e sem anormalidades, a Chapa 2 — Renovação Médica acolherá o seu resultado. O que não significa abandonarmos o papel de oposição vigilante e atuante para que mudanças ocorram no Simers, e ele torne-se verdadeiramente de todos — e não de uma só pessoa.

Obrigado por nos acompanhar nessa jornada. E a luta continua!

Dia 14 de março vote Chapa 2 — Renovação Médica, por uma representação digna, transparente e ética no Simers.

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Justiça julgará tentativa de golpe de Argollo

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Diante da impugnação de nossa chapa, das negativas da Comissão Eleitoral em atender os recursos encaminhados, e o esgotamento das medidas administrativas cabíveis, recorremos à Justiça do Trabalho. Ingressamos com pedido de antecipação de tutela solicitando a anulação de todos os atos da Comissão Eleitoral, a homologação de nossa chapa e a definição de novo calendário para as eleições. Hoje, 10 de outubro, teve vez a audiência inaugural. A chapa da situação-Argollo optou por não conciliar e fez somente a entrega de sua defesa. A partir daí requeremos o encurtamento do prazo para nossa manifestação sobre a defesa e documentos para cinco dias, ante a urgência da demanda. O juiz deferiu o pedido. Sendo assim, após a entrega de nossa manifestação, o magistrado examinará todos os documentos e julgará a liminar. Estamos confiantes, seguindo firme na luta, e sempre contando com seu importante apoio.

Síndrome de Hubris — Qualquer semelhança não é mera coincidência

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Síndrome  batizada com o nome da palavra grega “Hubris” que designava o herói que, uma vez alcançado a glória, deixava-se embriagar pelo êxito e comportava-se como um deus capaz de tudo. Tomado por um ego desmedido e uma sensação de possuir dons especiais, sentía-se ser capaz de enfrentar até mesmo os deuses gregos.

O neurologista David Owen analisa a “loucura” que o poder provoca. O pesquisador escreveu um livro a respeito, depois de seis anos de estudo do cérebro dos principais líderes políticos. Ele concluí: “O poder intoxica tanto que termina afetando o juízo dos dirigentes”.

O psiquiatra Manuel Franco explica assim o que ocorre com os líderes políticos: “Uma pessoa mais ou menos normal, se mete em política e de repente alcança poder ou um cargo importante. Internamente tem  um princípio de dúvida sobre sua capacidade, mas logo surge a legião de incondicionais que lhe facilitam e reconhecem sua valia. Pouco a pouco se transforma e começa a pensar que está ali por mérito próprio apenas. Todo o mundo quer saudá-lo, falar com ele, que recebe adulação de todo o tipo”. Esta é a primeira fase.

No passo seguinte, ele entra na “ideação megalomaníaca”, cujos síntomas são a infalibilidade e o crer-se insubstituível. Começa, então, a realizar planos estratégicos para 20 anos, obras faraônicas, ou a dar conferências sobre temas que desconhece. Depois de um tempo no poder, o afetado por este mal, sofre do que psicologicamente se denomina “desenvolvimento paranóico”. Tudo o que se opõe a ele ou a suas ideias passa a ser um inimigo mortal. Pode chegar, inclusive, a “paranoia ou transtorno delirante” que consiste em “suspeitar de todo o mundo” que lhe faça uma mínima crítica. Progresivamente vai se isolando da sociedade. Chega um momento em que deixa de escutar, torna-se imprudente, toma decisões por sua conta, sem consultar ninguém — porque crê que suas ideias são sempre corretas. Embora descubra que estão erradas, nunca reconhece o erro. Sente-se chamado pelo destino para grandes obras.

Tudo isso se dá até que cesse sua funções ou seja derrotado em eleições. Vem, então, o “baque”, e se desenvolve um quadro depressivo ante uma situação que não pode comprender.

Segundo os especialistas a síndrome de Hubris é difícil de tratar, pois quem padece do mal não tem consciência dele.

Sintomas da síndrome de Hubris

  • Modo messiânico de comentar os assuntos recorrentes e uma tendência à exaltação.
  • Um enfoque pessoal exagerado, tendendo a onipotência.
  • Agitação, imprudência e impulsividade.
  • Não se sentem iguais aos demais mortais, sentem-se superiores.
  • Em sua vida pessoal se cercam de luxos e excentricidades, e tem uma desmedida preocupação com a imagen.
  • Se cercam de funcionários medíocres.
  • O rival deve ser desativado por qualquer método.
  • Constroem uma rede de espiões para controlar a opositores e até mesmo seus partidários.
  • Terminam caindo na armadilha de sua própria política.
  • A perda do mando ou da popularidade os leva a desolação, a raiva e o rancor.

Traduzido texto sobre “o mal dos políticos” e divulgado na íntegra aqui.

Sultanato Médico do Rio Grande do Sul — Poder vitalício

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Já tratamos neste blog das diversas alterações estatutárias procedidas pelo presidente do SIMERS, Paulo de A. Mendes (clique aqui para ler). Praticamente todas com o intuito de dificultar o surgimento de grupos opositores. Agora, com exclusividade, estamos apresentando a última tentativa de concentrar ainda mais o poder em suas mãos.  Em 21 de novembro de 2011, em ano pré-eleitoral, Argollo armou novamente sua tática. Publicação de edital de convocação de assembleia para mudança de estatuto em tamanho diminuto (se comparado ao padrão do SIMERS) e em página de pouca visualização (Publicações Legais).  Para não chamar a atenção mesmo.

Atentos para um novo golpe

O presidente astuto não contava desta vez, porém, com um pequeno imprevisto. Um dos grupos descontentes com a gestão político-administrativa do Sindicato estava atento (pois já esperava) à artimanha. Tratou, então, de alertar por e-mail o maior número de médicos possível sobre a tal assembleia. Assustado com a repercussão, Argollo resolveu abortar o plano. Imaginava o auditório da entidade repleto de sócios questionadores e que, ao fim, não aprovariam as mudanças pretendidas. Passaram 24 horas quebrando a cabeça para encontrar uma forma de justificar o chamamento de tão importante assembleia. Talvez nem precisassem, pois apenas um solitário médico compareceu, além de tradicionais membros da diretoria sempre presente nestes momentos para aprovar as alterações. Trocaram, enfim, uma simples expressão numa das cláusulas, sem maiores consequências.

Abaixo vamos revelar como Argollo buscava concentrar ainda mais o poder na sua pessoa, num frenesi que não conseguimos imaginar onde tudo isso vai parar. Aliás, desconfiamos. Talvez tenhamos que mudar o nome de nosso sindicato para Sultanato Médico do Rio Grande do Sul.

Amigos do Sultão Futebol Clube

A inclusão deste parágrafo desperta muitas perguntas. Que critérios seriam estes para isenção ou desconto em valores a serem pagos por associados? Amigos do sultão? Os 79 integrantes de sua chapa? Você associado, relés mortal, saberia quem estaria isento de pagar mensalidade enquanto seu pagamento subsidiaria este grupo de felizardos?

Prestação de Contas que não presta contas

Aqui cabe comparar com o mesmo artigo no estatuto vigente.

Veja: o item b) desapareceu. Com a mudança, você jamais saberia que já foram gastos mais de 2 milhões de reais em apedidos em apenas um ano (2010), nem como estão as despesas e receitas de sua entidade, nem tampouco veria qualquer número do balanço patrimonial. A Assembleia de Prestação de Contas (como é mais conhecida) ficaria restrita a um relatório de atividades da diretoria-geral (provavelmente político tendencioso), algo que até já acontece hoje.

Eu escolho, vocês aplaudem

Nova comparação com o que dispõe o atual estatuto.

De forma surpreendentemente democrática para o SIMERS do século XXI, os cargos da diretoria executiva são definidos por consenso da diretoria-geral. Argollo, no entanto, queria assumir mais esta função também. Como gosta de responsabilidades este nosso presidente. Arcar com tamanho fardo não deve ser fácil.

Todo o poder a mim concedido

As novas atribuições que Argollo pretendia desempenhar. O item a) foi tratado logo acima. A grande novidade fica na nomeação dos membros do Conselho Consultivo (que hoje se chama Conselho de Representantes, mas não existe estatutariamente) e em sua destituição ao fim do mandato. Ressaltamos que na proposta de alteração estatutária, além da oficialização do Conselho de Representantes, havia uma significativa mudança na composição destes Conselhos, que inverteriam nomes e características. Se aprovado, a nominata do SIMERS, somando diretorias e conselhos, atingiria a marca de 129 integrantes (50 deles nomeados e destituídos a bel-prazer de Argollo). Já o parágrafo único institui o faço e aconteço.

Delegado sindical perde atuação

Compare com o que o estatuto em vigor rege.

O delegado sindical eleito pelos sócios em seus locais de trabalho teriam sua representação política diminuída. Não mais atuariam pelos interesses dos médicos perante os contratantes do trabalho. Sua responsabilidade seria apenas com o SIMERS. Mas o delegado sindical não é aquele sujeito que, mais do que ninguém, conhece as particularidades trabalhistas do local que representa? Ele não estaria apto a também negociar melhores condições e remuneração? Ah, ele não é escolhido “democraticamente” pelo SIMERS. Talvez o eleito não seja de agrado do presidente, então…

Oposição não

O parágrafo único funcionaria da seguinte forma: fez parte da chapa do presidente para a enésima reeleição? Por algum motivo incorreu no item III? Tudo bem. Você ficaria inelegível por três anos, mas o presidente abona as tuas faltas. Agora, se por acaso você descobrir que as coisas não são como a revista Vox Medica mostra e resolver se insurgir, bem, aí seu nome na chapa de oposição será impugnado (veja abaixo).

O Art. 45 aumentaria de dois para três anos a inelegibilidade dos integrantes da diretoria que resolverem se afastar ao perceber que pouco influenciam as grandes decisões do sindicato, representando uma potencial armadilha para os que acabem compondo com um grupo de oposição, ainda mais que não disponibilizam o estatuto em lugar nenhum.

Para ler na íntegra o atual estatuto clique aqui. Se quiser acessar o estatuto que Argollo queria, mas não conseguiu alterar, clique aqui.

Argollo estava tão preocupado em aumentar poderes, que deixou no estatuto elementos muito perigosos para ele próprio. No art. 12, está previsto penalidade para quem cometer falta de cortesia e urbanidade no trato com os funcionários do SIMERS. Cuidado, presidente.

Nossas propostas

ÉTICA E TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO

  • Publicação do estatuto e de todos os atos da direção no site do Sindicato.
  • Iniciar processo público e amplo de revisão e alteração dos estatutos do SIMERS, buscando eliminar dele todos os traços autoritários, incluindo as dificuldades criadas à organização de chapas de oposição.
  • Revisão e alteração dos estatutos do SIMERS para:
  1. Permitir apenas uma reeleição do(a) presidente.
  2. Regulamentar o processo eleitoral, inclusive no que se refere à data de realização das eleições, local de publicação dos editais e constituição da comissão eleitoral.
  3. Tornar obrigatória uma nova eleição em caso de desligamento da diretoria, por qualquer causa, de mais de 50% dos membros eleitos da direção executiva.
  4. Impedir a nomeação e posse de diretores não eleitos regularmente.

Argollo age como dono do SIMERS e faz campanha com dinheiro dos sócios

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Foi dada a largada na disputa eleitoral, mesmo que sem eleições oficialmente convocadas. Na última semana, o ainda presidente e representante da situação, reuniu médicos dos municípios de Canoas, Esteio, Sapucaia e São Leopoldo em uma das mais caras churrascarias da região, situada às margens da BR-116. A busca de apoios, de forma perdulária, bancada pelo erário do sindicato não é novidade. Justamente por práticas políticas questionáveis como esta é que Argollo é reconhecido e comentado por boa parte da classe médica como sendo o “dono do SIMERS” .

Em resumo, o ainda presidente faz campanha irregular com dinheiro dos associados com o único objetivo de permanecer de posse de uma entidade e mantendo suas regalias. O SIMERS  é de todos e foi construído por muitos, embora ele se comporte como se sozinho tivesse feito a grandeza do sindicato. A verdade é que boa parte das pessoas que trabalharam para o crescimento e modernização da entidade hoje estão contra ele e a favor da democracia, da transparência e da ética, princípios que foram deixados de lado há muito tempo pelo atual presidente, se é que algum dia os valorizou. Os médicos não podem e não devem mais se deixar enganar. Uma renovação urgente é necessária.

Por sorte, os colegas perceberam, como demonstra e-mail recebido:

“Pois ontem foi ao Hospital Centenário uma secretária do SIMERS convidar pessoalmente os médicos para uma janta com o todo poderoso Dr. Argollo, nesta quinta, amanhã, na Churrascaria Schneider de São Léo. Perguntado o motivo da benevolência, ela argumentou que será apresentado o projeto para carreira médica no estado e coletar as queixas dos médicos do hospital. Ora, nunca antes na história deste país, o cidadão esteve presente no hospital, com todas as crises, interdições do CREMERS, mandos e desmandos da administração. Será por que ele está em campanha para reeleição? Sentir-se-á ameaçado por forças opositoras? Abraço.”

Proposta: uso racional de apedidos

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Telas da Prestação de Contas 2010 do SIMERS apontam números impressionantes

O “apedido” é uma publicação de grande utilidade e poder de alcance quando se objetiva comunicar um fato, um ponto de vista, uma posição política. Utilizá-lo com inteligência e estratégia está entre as obrigações do SIMERS. Os editais, por sua vez, são publicações de caráter legal, empregados para anunciar eleições, assembleias, etc. O SIMERS, por obrigatoriedade (até mesmo estatutária), lança mão deste recurso para fazer suas convocações. Tanto os apedidos como os editais são publicações pagas. E custam caro, variando conforme o jornal, dimensões e página a serem inseridos. Vamos dar uma noção: o exemplo abaixo, apedido 12,3 cm x 8 ,3 cm, publicado nos jornais Zero Hora (página 3), Correio do Povo (página indeterminada) e O Sul (página indeterminada) custou aos cofres do Sindicato R$ 19.030,00 (a valores da época, outubro de 2010).

Seguimos na demonstração. O apedido (10,2 cm x 8,3 cm) exibido na sequência foi publicado nos jornais Zero Hora, Correio do Povo, O Sul e Diário Gaúcho (todos em páginas indeterminadas). Custo total: R$ 11.328,00 (valores de janeiro de 2010).

Somando valores de editais e apedidos chegamos a números que impressionam. Em 2010, o SIMERS gastou a quantia de R$ 2.123.700,08, como mostra tela da Apresentação de Contas da entidade que ilustra este post. Não somos contra a utilização deste recurso de comunicação, apenas questionamos seu uso de maneira desmedida e sem critérios, fora os de ordem pessoal do presidente do Sindicato. Enquanto o SIMERS economiza em sua Assessoria Jurídica, gasta em um ano mais de dois milhões de reais em apedidos e editais. Todos precisavam ser publicados? Você não acha que o dinheiro de sua mensalidade pode ser tratado com mais responsabilidade?

Nossa proposta:

Estabelecer com a categoria critérios de publicação de apedidos e editais. Sujeitá-los à aprovação de um núcleo de diretores, não concentrando a atribuição a apenas uma só pessoa (atualmente, o presidente do SIMERS). Definir no Planejamento Estratégico e no orçamento anual, quantias máximas totais a serem empregadas nestas publicações, e segui-las à risca.

Abrasus: o que é, e quem está por trás?

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Muitas dúvidas cercam a “parceria” entre a Abrasus e o Sindicato Médico do RS

A Abrasus (Associação Brasileira em Defesa de Usuários de Sistema de Saúde) é uma entidade sem fins lucrativos que oferece apoio técnico e jurídico para pacientes buscarem medicamentos, cirurgias, consultas e exames que devem ser fornecidos pelo SUS. Com sede localizada no centro da Capital, a Associação conta com uma advogada e um estagiário em Direito para cuidarem da parte jurídica. Depois desta breve apresentação você deve estar perguntando-se: O que eu tenho a ver com isso? Se você preza por saber onde o dinheiro de sua mensalidade paga ao SIMERS é empregado, sim, isso lhe diz respeito. A Abrasus têm funcionários que constam na folha de pagamento do SIMERS. Sua assessoria de imprensa (cobertura de eventos, matérias para o blog da associação, etc.) é realizada por jornalista do setor de comunicação do sindicato. Fica a pergunta: como a Abrasus arca com seus custos de aluguel de sala, luz, telefone, e outras tantas despesas administrativas? Pensamos nisto após receber material sobre a Assessoria Jurídica do SIMERS onde constavam nomes que servem à Abrasus (?????). Depois, na Internet, encontramos mais. Digite em seu navegador www.abrasus.com.br para ver onde vai dar o endereço.  Será redirecionado para o Sistema SIMERS (?????). Confirme: vá ao Google e digite a palavra Abrasus. Agora, se o leitor espera que este texto revele os motivos para tais vínculos, ficaremos lhe devendo.  Também gostaríamos de saber por que cargas d’água a Abrasus aparenta ser um braço da entidade? Qual é o motivo para tanto mistério nesta relação? Quem lucra com esta “parceria”, além de Argollo? Exatamente que tipo de processos geram?

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