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Arquivo da tag: dívidas com a Receita Federal

Conheça nossos integrantes: Luiz Alberto Grossi

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Luiz Alberto Grossi (CRM/RS 8232) é médico formado na UFPEL, cirurgião geral e emergencista. Pertecente ao corpo clinico do Hospital Moinhos de Vento, Hospital Mãe de Deus, Hospital Ernesto Dornelles e Hospital Divina Providência. Foi preceptor da residência de Cirurgia do Hospital Petropólis. Socorrista da Unimed. Ex secretário-geral do SIMERS de diretorias anteriores, com marcada atuação no interior do Estado. Afastou-se  por não concordar com decisões arbitrárias do então, atual, presidente. Foi também presidente da Federação Médica Sul Brasileira de 2004 a 2005.

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Por que Argollo não quer a eleição?

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Diante de tamanho esforço desprendido por Argollo em impedir que o médico associado escolha livremente o comando de seu Sindicato, lançamos a pergunta: Por que Argollo não quer a eleição? Oferecemos algumas possibilidades.

-Será porque a Chapa 2 — Renovação Médica fará uma profunda e minuciosa auditoria contábil em todas as contas do Simers durante o período administrativo de Argollo?

-Será porque todos os contratos de serviços terceirizados (seguro, gráfica, empresa de segurança, e outros), seus valores e comissionamentos serão analisados pormenorizadamente?

-Será porque todo o resultado dessa apuração, sem ressalvas, terá o devido encaminhamento aos órgãos fiscalizadores competentes e chegará ao conhecimento da categoria pelos adequados meios de comunicação?

-Será porque faremos um processo de revisão estatutária verdadeiramente em conjunto com a categoria, transformando o Estatuto Social do Simers em um documento democrático e com regras definidas e limpas quanto à eleição, com cláusulas que impeçam o continuísmo e não dificultem a formação de grupos opositores — deixando mais do que claro a forma política de como Argollo atuou ao longo de 15 anos?

-Será porque modificaremos a maneira de gerenciar os recursos do Simers, diminuindo verbas absurdamente altas aplicadas em marketing e apedidos desnecessários (por exemplo), e investindo em áreas e projetos que revertam em benefícios diretos para os associados?

-Será porque nosso modelo de gestão será tão dispare do praticado por Argollo, mas melhorando a performance administrativa e política, demonstrará que sim, é possível conduzir o Simers de maneira descentralizada, democrática e transparente, e mesmo assim atingir ótimos números de crescimento?

-Será porque estamos diante de um momento único, a oportunidade tão duramente conquistada de levar o Simers a outro patamar: a um sindicato de toda a categoria, que deixará pra trás as práticas mais obscuras e torpes para atingir e manter-se no poder?

Argollo sabe que faremos tudo isso.

Você tem a oportunidade de responder a estas questões. Vote Chapa 2 — Renovação Médica. Remeta seu voto lacrado pelo Correio (pode depositar em qualquer agência postal ou caixas de recolhimentos espalhadas pelo Estado) ou vote presencialmente na sede do Simers, durante o dia 14 de março.

Você sabia que a Comissão Eleitoral recebeu dinheiro do Simers?

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Prezado médico, você sabia que a Comissão Eleitoral* composta por pessoas da confiança do presidente “vitalício” do Simers, que deu suporte às tentativas de golpe da Chapa 1,  que impugnou a Chapa 2 ilegalmente por encomenda, pasme, foi remunerada com R$ 17.500 provenientes do caixa do próprio Sindicato ou seja, dinheiro dos sócios?

Se os membros da Comissão Eleitoral fossem escolhidos em comum acordo entre os concorrentes (modelo adotado por entidades com espírito democrático) e com total transparência, a remuneração seria aceitável. Porém o formato e  os critérios adotados no SIMERS da era Argollo são imorais e antiéticos.

Ajude o coronelismo e o caciquismo a ficarem no passado. Não se deixe enganar. Aliás, não se deixe usar por quem te engana.

* A Comissão Eleitoral é composta por Luiz Carlos Ilafont Coronel (presidente), Odilon Teixeira Filho e Vera Canabarro.

Diga não à politicagem, vote Chapa 2 — Renovação Médica.

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Leia Argollo, o que é isso companheiro?

Auditoria externa idônea já!

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O processo da Receita Federal acima (clique aqui para ler melhor) fala por si mesmo. Pelo documento, o SIMERS deve recolher aos cofres públicos a quantia de R$ 922.364,80 (valor de abril de 2012). Ignoramos o andamento da demanda. Além de alertar sobre a gravidade, o alto valor da intimação e os erros administrativos que conduziram à formação desta dívida que será (ou já foi) paga pelos sócios do SIMERS, nosso objetivo é questionar o porquê desconhecíamos tão importante situação. Somente ficamos inteirados dela por caminhos não oficiais. Acreditamos, portanto, que os membros da diretoria —  exceção feita à mais alta cúpula — não tivessem e nunca tiveram ciência da questão. Porque sabemos que este tipo de informação não faz parte das discussões coletivas, reuniões regulares da diretoria, nem tampouco integra a Reunião Plena ou a de Prestação de Contas, em que participam ainda conselheiros e delegados.

Se as deliberações sobre conteúdos realmente importantes ficam restritas a uma só pessoa: o presidente do Sindicato, o impacto das consequências, no entanto, podem espirrar em todos nós, até mesmo fazer vítimas entre os colegas que hoje integram a base que sustenta politicamente este “regime”. Para não correr o risco, saímos. Não sem antes tentar mudar a realidade lá encontrada, sem sucesso.

O Movimento Renovação Médica é formado por vários ex-componentes da direção do Sindicato, oriundos de diferentes períodos de gestão Argollo ao longo destes 15 anos. Deram significativas contribuições na construção do SIMERS, criaram e aperfeiçoaram serviços, atuaram de forma importante no campo político, mas, por não compactuarem com a maneira centralizadora, antidemocrática e temerária que o atual presidente conduz a entidade, optaram por construir uma alternativa. E somente um grupo que conhece a realidade sindical e não teme a incorporação de novas e velhas lideranças no processo será capaz de manter o que está bom e melhorar o que está ruim.

Nossa proposta:

Construir mecanismos que diluam o poder de decisão entre os membros da diretoria executiva, pelo menos.

Auditoria externa idônea já!

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