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Por que Argollo não quer a eleição?

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Diante de tamanho esforço desprendido por Argollo em impedir que o médico associado escolha livremente o comando de seu Sindicato, lançamos a pergunta: Por que Argollo não quer a eleição? Oferecemos algumas possibilidades.

-Será porque a Chapa 2 — Renovação Médica fará uma profunda e minuciosa auditoria contábil em todas as contas do Simers durante o período administrativo de Argollo?

-Será porque todos os contratos de serviços terceirizados (seguro, gráfica, empresa de segurança, e outros), seus valores e comissionamentos serão analisados pormenorizadamente?

-Será porque todo o resultado dessa apuração, sem ressalvas, terá o devido encaminhamento aos órgãos fiscalizadores competentes e chegará ao conhecimento da categoria pelos adequados meios de comunicação?

-Será porque faremos um processo de revisão estatutária verdadeiramente em conjunto com a categoria, transformando o Estatuto Social do Simers em um documento democrático e com regras definidas e limpas quanto à eleição, com cláusulas que impeçam o continuísmo e não dificultem a formação de grupos opositores — deixando mais do que claro a forma política de como Argollo atuou ao longo de 15 anos?

-Será porque modificaremos a maneira de gerenciar os recursos do Simers, diminuindo verbas absurdamente altas aplicadas em marketing e apedidos desnecessários (por exemplo), e investindo em áreas e projetos que revertam em benefícios diretos para os associados?

-Será porque nosso modelo de gestão será tão dispare do praticado por Argollo, mas melhorando a performance administrativa e política, demonstrará que sim, é possível conduzir o Simers de maneira descentralizada, democrática e transparente, e mesmo assim atingir ótimos números de crescimento?

-Será porque estamos diante de um momento único, a oportunidade tão duramente conquistada de levar o Simers a outro patamar: a um sindicato de toda a categoria, que deixará pra trás as práticas mais obscuras e torpes para atingir e manter-se no poder?

Argollo sabe que faremos tudo isso.

Você tem a oportunidade de responder a estas questões. Vote Chapa 2 — Renovação Médica. Remeta seu voto lacrado pelo Correio (pode depositar em qualquer agência postal ou caixas de recolhimentos espalhadas pelo Estado) ou vote presencialmente na sede do Simers, durante o dia 14 de março.

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Conheça nossos integrantes: Marcos Rovinski

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Marcos Rovinski (CRM/RS 7380) é médico formado pela UFRGS. Residência em Medicina Interna no Hospital Nossa Senhora da Conceição. Residência em Endocrinologia na Santa Casa de Misericórdia (Faculdade Católica de Medicina). Curso de Medicina do Trabalho pela Fundacentro. Médico atuante no Hospital Ernesto Dornelles e Hospital Mãe de Deus. Perito Médico-Legista do Departamento Médico-Legal de Porto Alegre. Diretor do Departamento Médico-Legal do Rio Grande do Sul períodos 1997-1998, 2003-2006, 2011-2012. Atuou como professor de Medicina Legal da Faculdade de Medicina da ULBRA. Mestre em Saúde Coletiva pela ULBRA em 2005.

Diga não ao continuísmo. Vote Chapa 2!

Renovação Médica – Por representação digna, transparência e ética no Simers

Conheça nossos integrantes: José Pio Furtado

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José Pio Rodrigues Furtado (CRM/RS 13188) é médico formado pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre. Atualmente é professor assistente da cadeira de anatomia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, preceptor de cirurgia do trauma do Hospital Cristo Redentor, preceptor-chefe da residência em cirurgia oncológica do Complexo Hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre e cirurgião do Hospital Petrópolis. Ex-tesoureiro do SIMERS de diretoria anterior, saiu por não concordar com decisões arbitrárias do então, atual, presidente.

Diga não ao continuísmo. Vote Chapa 2!

Renovação Médica – Por representação digna, transparência e ética no Simers

Simersgate III — O céu não está para brigadeiro

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Já apresentamos a nota-fiscal fatura (uma delas, temos quatro que somam R$ 88.000,00) de algumas das viagens ao interior do Estado, realizadas pelo presidente do SIMERS em aeronaves fretadas (clique aqui para ler a respeito). Elas têm início no segundo semestre de 2011, e se intensificam neste ano de eleições na entidade. Mas nos surgiu um outro questionamento: porque o valor-hora das aeronaves da Uniair é mais elevado para o Sindicato? Compare os documentos abaixo, compare o valor hora. Gratuidade? Provamos ser mentira! Parceria? Que custa mais caro do que para quem adquire sem parceria?

Simersgate: todos os voos do presidente

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Fiquei magoado, não por me teres mentido,
mas por não poder voltar a acreditar-te”

(Friedrich Nietzsche)

O caso Watergate foi o escândalo político ocorrido na década de 1970 nos Estados Unidos da América que, ao vir à tona, acabou por culminar com a renúncia do presidente americano Richard Nixon, eleito pelo partido republicano. Em 9 de agosto de 1974, Nixon renunciou à presidência dos EUA, não por ter ordenado a espionagem ilegal da oposição, mas por ter mentido ao povo americano, ao negar conhecimento dos fatos.

Em 17 de agosto de 1998, Bill Clinton admitiu ter mantido relações sexuais com a estagiária Monica Lewinsky dentro da Casa Branca. Com isso, evitava incorrer no mesmo erro de Nixon: mentir aos seus eleitores. Para Platão “a mentira autêntica é detestada não só pelos deuses, mas também pelos homens“, e os norte-americanos parecem levar isso muito a sério.

Quando o Movimento Renovação Médica denunciou o uso de aeronaves inteiramente fretadas pelo presidente do SIMERS para fazer campanha antecipada no interior, à custa dos associados (clique aqui para ler), rapidamente surgiu o serviço “Força Aérea SIMERS”. Milhares de folhetos publicitários em papel reciclável foram enviados aos associados, divulgando as supostas vantagens de tal serviço. O presidente calou sobre os custos disso.

Ao demonstrarmos a inutilidade e a megalomania por trás dessa apressada e insuficiente tentativa de justificar o injustificável e cobrarmos maiores informações sobre o suposto convênio com a Uniair (clique aqui para ler), o SIMERS retirou do site a propaganda. Novamente, nada informou sobre os custos.

Mas finalmente, na última edição da revista Vox Medica (n.º 59, págs. 12 e 13), o presidente do SIMERS insiste no “Força Aérea” e informa aos associados que o serviço de transporte aéreo é… GRATUITO!?

Mas então

Por que razão estamos pagando R$ 5.500,00 por hora de voo à Uniair, conforme a cópia da nota fiscal em anexo, uma entre algumas notas existentes? Já diz o bordão que “não há almoço grátis”; viagem de avião também não. (Clique na imagem para ampliar e depois utilize a lupa com o botão direito do mouse)

Se fosse nos EUA, tal mentira seria suficiente para que o presidente renunciasse ao cargo. E aqui?

Ao que parece, nosso presidente não leva muito ao pé da letra o slogan “A verdade faz bem à saúde”.

Argollo age como dono do SIMERS e faz campanha com dinheiro dos sócios

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Foi dada a largada na disputa eleitoral, mesmo que sem eleições oficialmente convocadas. Na última semana, o ainda presidente e representante da situação, reuniu médicos dos municípios de Canoas, Esteio, Sapucaia e São Leopoldo em uma das mais caras churrascarias da região, situada às margens da BR-116. A busca de apoios, de forma perdulária, bancada pelo erário do sindicato não é novidade. Justamente por práticas políticas questionáveis como esta é que Argollo é reconhecido e comentado por boa parte da classe médica como sendo o “dono do SIMERS” .

Em resumo, o ainda presidente faz campanha irregular com dinheiro dos associados com o único objetivo de permanecer de posse de uma entidade e mantendo suas regalias. O SIMERS  é de todos e foi construído por muitos, embora ele se comporte como se sozinho tivesse feito a grandeza do sindicato. A verdade é que boa parte das pessoas que trabalharam para o crescimento e modernização da entidade hoje estão contra ele e a favor da democracia, da transparência e da ética, princípios que foram deixados de lado há muito tempo pelo atual presidente, se é que algum dia os valorizou. Os médicos não podem e não devem mais se deixar enganar. Uma renovação urgente é necessária.

Por sorte, os colegas perceberam, como demonstra e-mail recebido:

“Pois ontem foi ao Hospital Centenário uma secretária do SIMERS convidar pessoalmente os médicos para uma janta com o todo poderoso Dr. Argollo, nesta quinta, amanhã, na Churrascaria Schneider de São Léo. Perguntado o motivo da benevolência, ela argumentou que será apresentado o projeto para carreira médica no estado e coletar as queixas dos médicos do hospital. Ora, nunca antes na história deste país, o cidadão esteve presente no hospital, com todas as crises, interdições do CREMERS, mandos e desmandos da administração. Será por que ele está em campanha para reeleição? Sentir-se-á ameaçado por forças opositoras? Abraço.”

Proposta: uso racional de apedidos

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Telas da Prestação de Contas 2010 do SIMERS apontam números impressionantes

O “apedido” é uma publicação de grande utilidade e poder de alcance quando se objetiva comunicar um fato, um ponto de vista, uma posição política. Utilizá-lo com inteligência e estratégia está entre as obrigações do SIMERS. Os editais, por sua vez, são publicações de caráter legal, empregados para anunciar eleições, assembleias, etc. O SIMERS, por obrigatoriedade (até mesmo estatutária), lança mão deste recurso para fazer suas convocações. Tanto os apedidos como os editais são publicações pagas. E custam caro, variando conforme o jornal, dimensões e página a serem inseridos. Vamos dar uma noção: o exemplo abaixo, apedido 12,3 cm x 8 ,3 cm, publicado nos jornais Zero Hora (página 3), Correio do Povo (página indeterminada) e O Sul (página indeterminada) custou aos cofres do Sindicato R$ 19.030,00 (a valores da época, outubro de 2010).

Seguimos na demonstração. O apedido (10,2 cm x 8,3 cm) exibido na sequência foi publicado nos jornais Zero Hora, Correio do Povo, O Sul e Diário Gaúcho (todos em páginas indeterminadas). Custo total: R$ 11.328,00 (valores de janeiro de 2010).

Somando valores de editais e apedidos chegamos a números que impressionam. Em 2010, o SIMERS gastou a quantia de R$ 2.123.700,08, como mostra tela da Apresentação de Contas da entidade que ilustra este post. Não somos contra a utilização deste recurso de comunicação, apenas questionamos seu uso de maneira desmedida e sem critérios, fora os de ordem pessoal do presidente do Sindicato. Enquanto o SIMERS economiza em sua Assessoria Jurídica, gasta em um ano mais de dois milhões de reais em apedidos e editais. Todos precisavam ser publicados? Você não acha que o dinheiro de sua mensalidade pode ser tratado com mais responsabilidade?

Nossa proposta:

Estabelecer com a categoria critérios de publicação de apedidos e editais. Sujeitá-los à aprovação de um núcleo de diretores, não concentrando a atribuição a apenas uma só pessoa (atualmente, o presidente do SIMERS). Definir no Planejamento Estratégico e no orçamento anual, quantias máximas totais a serem empregadas nestas publicações, e segui-las à risca.

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